Eu já estava muito tempo sem escrever e resolvi fazer qualquer coisa por aqui. Acontece que eu to olhando aqui pra tela e não tô com muito assunto não. Então do nada me veio a idéia de falar do "nada". "Nada" me lembra nadar, e nadar, me lembra quando eu era criança e minha mãe me pôs numa aula de natação provando que a infância não é uma época apenas de alegrias. Acordar cedo, num frio de matar, pra ir a uma piscina gelada que fica no início de uma montanha e fazer uma coisa que eu detestava... - Não, obrigado! Eu prefiro trabalhar. Mas como ser criança é ter uma quase total ausência de autonomia carreguei esse véu com muito fel. Ah, como eu queria, naquela época, que "nadar" fosse o verbo para o "ato de fazer o nada".
Deixando de lado o dramalhão e continuando com o nada me lembro da época em que eu me sentia um nada, mas a Terra dá 2 ou 3 voltas em torno do Sol e você já está saboreando-se em mudanças. Por mais, que nossos sentimentos oscilem, são os nossos pensamentos em contínuo aprendizado que nos dá uma força diferente pra lidar com essa eterna quantidade de problemas constantes em nossa vida. Todas elas com solução, porque o mundo muda, e um dia, você não vai precisar nadar numa piscina fria, não será julgado culpado sendo inocente, irá superar a dor de uma ausência, etc. E após tanto se perder um dia se encontrará. Sobre o nada não tenho mais nada a dizer. Boa noite!
quinta-feira, 31 de maio de 2007
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