Eu já estava muito tempo sem escrever e resolvi fazer qualquer coisa por aqui. Acontece que eu to olhando aqui pra tela e não tô com muito assunto não. Então do nada me veio a idéia de falar do "nada". "Nada" me lembra nadar, e nadar, me lembra quando eu era criança e minha mãe me pôs numa aula de natação provando que a infância não é uma época apenas de alegrias. Acordar cedo, num frio de matar, pra ir a uma piscina gelada que fica no início de uma montanha e fazer uma coisa que eu detestava... - Não, obrigado! Eu prefiro trabalhar. Mas como ser criança é ter uma quase total ausência de autonomia carreguei esse véu com muito fel. Ah, como eu queria, naquela época, que "nadar" fosse o verbo para o "ato de fazer o nada".
Deixando de lado o dramalhão e continuando com o nada me lembro da época em que eu me sentia um nada, mas a Terra dá 2 ou 3 voltas em torno do Sol e você já está saboreando-se em mudanças. Por mais, que nossos sentimentos oscilem, são os nossos pensamentos em contínuo aprendizado que nos dá uma força diferente pra lidar com essa eterna quantidade de problemas constantes em nossa vida. Todas elas com solução, porque o mundo muda, e um dia, você não vai precisar nadar numa piscina fria, não será julgado culpado sendo inocente, irá superar a dor de uma ausência, etc. E após tanto se perder um dia se encontrará. Sobre o nada não tenho mais nada a dizer. Boa noite!
quinta-feira, 31 de maio de 2007
sexta-feira, 11 de maio de 2007
Meio seco meio molhado
Primeiro dia pra valer no trabalho. Por enquanto, tudo na paz, chefe tranquilo, nenhum problema de relacionamentos e poucos clientes pertubando. Me pergunto por quanto tempo isso vai durar. Como amanhã tô de folga e depois é Domingo, meu palpite é segunda. Ontem de noite me organizei pra deixar tudo no "quase pronto" e pra dormir cedo (um pouco mais de meia-noite) mas por pouco fui dormir esquecendo o principal: Preparar o Mp3! Essa é a única vantagem de você trabalhar num lugar que fica além do além, então, Rapidamente fiz uma sopa eclética de rock 'n roll e fui dormir. Acordei um pouco mais tarde do que o ideal mas nada que não se possa compensar com uma leve acelerada na caminhada. Atravessando a rua vi o ônibus parado no sinal -Opa! Começei bem o dia, já dei uma sorte. Foi só entrar no ônibus, pagar e rodar a roleta que esse quadro se reverteu e o que era nuvens virou um daqueles momentos em que você pensa: "Isso só acontece comigo!" Ao girar a roleta percebi que o número de pessoas no ônibus era equivalente ao número de assentos. - Ótimo! Preparei um set-list, paguei R$ 4,50 nas pilhas e não vou conseguir trocá-las porque sou o único babaca que ta em pé (seria um desastre tentar, acreditem) tudo isso sem esquecer que a viagem é longa. Nessas horas eu até preferia estar em um ônibus lotado, não que eu queira que os outros estejam "na merda" junto comigo, não é isso, mas você fazer uma viagem dessas sem poder ouvir uma música, nem ler um livrinho, tudo isso porque tem uma pessoa a mais que te impede de sentar, é foda! Bem, poquíssimo tempo depois aconteceu o que eu queria. Alguém levantou?! - Não! O ônibus ficou lotado. É...A gente tem que tomar cuidado com o que deseja. Começou aquele empurra daqui, e empurra de lá, e além disso, minhas chances de sentar diminuíram. Bem, no final acabou tudo bem. Arranjei meu lugarzinho e consegui ouvir minha música.
Essa história toda de ônibus me lembrou o que aconteceu ontem à tarde nesse mesmo transporte. A cidade do Rio de Janeiro é mesmo muito peculiar. Ontem, tô lá no busão e vejo uma velhinha sendo barrada pelo motorista por estar sem a identidade. Deus meu! A coroa devia ter uns 80 anos, precisa de identidade pra dar o passe-livre à ela?? "Regra é regra né!" É... regra só é regra quando é conveniente ou quando não é com ele. Daí, uma moça sentada ao meu lado começou a reclamar e ficou conversando comigo dizendo que isso é um absurdo, e dou razão à essa moça, mas tem um detalhe...Como eu não sou muito de fazer "barraco" eu limitei minha concordância em "humruns" , "ahams" e "é, pô!". Logo depois, essa moça diz pra mim: Ah lá! E ai vi uma cena chocante que não preciso descrever aqui, mas RJ tem muito disso, uma hora você vê uma coisa e segundos depois já vê outra. Não que eu seja daquelas pessoas que só observam o que tem de ruim, mas também não fico falando só o que tem de bom. O que eu quero dizer sobre o RJ, é que ele é altamente desigual em poucos metros quadrados, oscila de bom pra ruim, de ruim pra bom, de bom pra médio, de médio pra ruim, de ruim pra "médio-médio" e etc. Tudo isso num Estado relativamente pequeno, ou melhor, se preferir tem tudo isso em apenas um bairro chamado "COPACABANA", que eu aprecio muito por sinal, mas dá-lhe desigualdade! Fundido inferno com céu; onde o inferno é inferno e o céu não é lá essas coisas. Sei lá, o bairro e a cidade são bonitas, mas às vezes você se sente meio estranho...Você se sente meio seco, daqui a pouco, você se sente meio molhado. Mas sem querer cometer tal injustiça, não posso omitir minha admiração por essa cidade, pra concluir, até porque já tô um pouco atrasado...O Rio é o Rio e ponto final.
Essa história toda de ônibus me lembrou o que aconteceu ontem à tarde nesse mesmo transporte. A cidade do Rio de Janeiro é mesmo muito peculiar. Ontem, tô lá no busão e vejo uma velhinha sendo barrada pelo motorista por estar sem a identidade. Deus meu! A coroa devia ter uns 80 anos, precisa de identidade pra dar o passe-livre à ela?? "Regra é regra né!" É... regra só é regra quando é conveniente ou quando não é com ele. Daí, uma moça sentada ao meu lado começou a reclamar e ficou conversando comigo dizendo que isso é um absurdo, e dou razão à essa moça, mas tem um detalhe...Como eu não sou muito de fazer "barraco" eu limitei minha concordância em "humruns" , "ahams" e "é, pô!". Logo depois, essa moça diz pra mim: Ah lá! E ai vi uma cena chocante que não preciso descrever aqui, mas RJ tem muito disso, uma hora você vê uma coisa e segundos depois já vê outra. Não que eu seja daquelas pessoas que só observam o que tem de ruim, mas também não fico falando só o que tem de bom. O que eu quero dizer sobre o RJ, é que ele é altamente desigual em poucos metros quadrados, oscila de bom pra ruim, de ruim pra bom, de bom pra médio, de médio pra ruim, de ruim pra "médio-médio" e etc. Tudo isso num Estado relativamente pequeno, ou melhor, se preferir tem tudo isso em apenas um bairro chamado "COPACABANA", que eu aprecio muito por sinal, mas dá-lhe desigualdade! Fundido inferno com céu; onde o inferno é inferno e o céu não é lá essas coisas. Sei lá, o bairro e a cidade são bonitas, mas às vezes você se sente meio estranho...Você se sente meio seco, daqui a pouco, você se sente meio molhado. Mas sem querer cometer tal injustiça, não posso omitir minha admiração por essa cidade, pra concluir, até porque já tô um pouco atrasado...O Rio é o Rio e ponto final.
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Choro de Perdedor
Bem, estreiando num blog! Confesso que não me via fazendo isso...Nada contra escrever, pelo contrário; mas não tenho muita habilidade com essas "modernidades". Se é que isso ainda é moderno! Tô estreiando numa coisa, cuja qual, nem sei alterar a fonte direito. Se alguém ler isso é provável que nesse momento diriam - Tsc tsc.
Bem de novo, então a pergunta é a seguinte: Que diabos eu estou fazendo aqui?!
Respondo. Ontem aconteceu uma coisa muito séria...Meu Mengo foi eliminado. Mas isso é tão sério?! Não, realmente não é. Sobre o que eu vim falar é justamente da forma como isso aconteceu e garanto...foi de forma gravíssima! Alguém já deve estar achando que é algum tipo de "choro de perdedor" ou alguma coisa parecida, mas não é isso. Meu time jogou muito bem e perder no esporte é tão normal quanto ganhar, Só não consigo me controlar é quando vejo alguns destruindo essa beleza e competitividade em troca do roubo e corrupção. "Mas será que nesse caso é tão grave assim?" - É! Corrupção sempre é grave. "Mas é só uma partida de futebol?" - Se imagine pisando no gramado do Maracanã com mais de 60 mil pessoas gritando o seu nome ou de seu time em plena quarta-feira. Sem contar que o esporte desincentiva a violência e ajuda a diminuir a desigualdade social (ê papinho de futuro cientista social!) isso, é claro, se tiver investimentos. Mas não vamos entrar em muitos detalhes por ora. A questão é que a corrupção na sociedade está muito presente, e aumentando, e se tornando mais comum, e, e..., e..., e por ai vai. Por ai vai estragando competições, enfraquecendo a segurança pública, diminuindo escolhas na hora de eleger nossas representações políticas e um "longo etc".
Bom, eu ia contar até um pouco do meu dia, mas eu ainda não me acostumei direito a ficar escrevendo por horas no pc. Prometo melhorar! E é com pesar que estreio meu blog com um assunto desses, nenhum pesar pelo flamengo (Ao que parecia no inicio), e sim, dessa corrupção que está grudada como cola por tudo que é parte pelo mundo e sociedade. No próximo texto, quem sabe um pouco mais de humor?! Sejá lá qual for o assunto, porque senão isso aqui vai ficar muito chato! Boa noite!
Bem de novo, então a pergunta é a seguinte: Que diabos eu estou fazendo aqui?!
Respondo. Ontem aconteceu uma coisa muito séria...Meu Mengo foi eliminado. Mas isso é tão sério?! Não, realmente não é. Sobre o que eu vim falar é justamente da forma como isso aconteceu e garanto...foi de forma gravíssima! Alguém já deve estar achando que é algum tipo de "choro de perdedor" ou alguma coisa parecida, mas não é isso. Meu time jogou muito bem e perder no esporte é tão normal quanto ganhar, Só não consigo me controlar é quando vejo alguns destruindo essa beleza e competitividade em troca do roubo e corrupção. "Mas será que nesse caso é tão grave assim?" - É! Corrupção sempre é grave. "Mas é só uma partida de futebol?" - Se imagine pisando no gramado do Maracanã com mais de 60 mil pessoas gritando o seu nome ou de seu time em plena quarta-feira. Sem contar que o esporte desincentiva a violência e ajuda a diminuir a desigualdade social (ê papinho de futuro cientista social!) isso, é claro, se tiver investimentos. Mas não vamos entrar em muitos detalhes por ora. A questão é que a corrupção na sociedade está muito presente, e aumentando, e se tornando mais comum, e, e..., e..., e por ai vai. Por ai vai estragando competições, enfraquecendo a segurança pública, diminuindo escolhas na hora de eleger nossas representações políticas e um "longo etc".
Bom, eu ia contar até um pouco do meu dia, mas eu ainda não me acostumei direito a ficar escrevendo por horas no pc. Prometo melhorar! E é com pesar que estreio meu blog com um assunto desses, nenhum pesar pelo flamengo (Ao que parecia no inicio), e sim, dessa corrupção que está grudada como cola por tudo que é parte pelo mundo e sociedade. No próximo texto, quem sabe um pouco mais de humor?! Sejá lá qual for o assunto, porque senão isso aqui vai ficar muito chato! Boa noite!
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